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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Filme #61 - segunda-feira - 06/02/12

O grande Dave (Meet Dave, 2008)



Demorei a comentar, mas esse filme também não é nada demais. Eddie Murphy faz um tipo de comédia claramente ultrapassado, mas que eu gosto. Norbit é um filme que sempre me arranca risadas, e vejo sempre que está passando. Porém, esse filme é bem mais fraco. Parece aquele tipo de "diversão para toda a família", sem sal nem tempero. Na verdade, não sei como aguentei ficar acordado até a 1h da manhã assistindo isso...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Filme #58 - terça-feira - 31/01/12


Cilada.com (2011)



Baixei AQUI

O perigo desses filmes baseados em programas de TV é cair no episódio ampliado, quando se mantem a fórmula do show e só muda a duração. Aconteceu isso com Os Normais, com A grande família - o filme e até com Os Simpsons. Cilada.Com não tem o mesmo modelo do programa Cilada, da Multishow, tampouco do quadro do Fantástico, mas isso não é necessariamente uma coisa boa. A interação entre protagonista e público e o formato meta-documentário foram abandonados, mas em seu lugar o que veio foi um dos clichês mais clássicos das comédias românticas: o homem que não fala "eu te amo". 
O filme até tem boas piadas, mas não é muito mais que isso. Vale pra uma tarde chuvosa e só.

Filme #56 - terça-feira - 31/01/12

O homem que copiava (2003)



Quando eu tirei o VIPs, estava passando na Globo O homem que copiava, filme que eu já tinha assistido no cinema na época em que foi lançado, e - apesar de ter perdido os 10 primeiros minutos - acabei vendo até o final. Gosto bastante do filme, que sabe trabalhar bem a fantasia e o real. Na primeira meia-hora do filme, Furtado parece preso àquela montagem repetitiva que o consagrou em Ilha das Flores, mas depois ganha cara própria com sua trama cheia de viradas mirabolantes...
Uma coisa que eu nunca tinha reparado é na qualidade das atuações, principalmente de Lázaro Ramos e Leandra Leal. Os dois fazem um casal de tímidos, sempre de um modo tão constrangido um com o outro que é brilhante. Nesse campo, destoam a Luana Piovani (pela ruindade mesmo) e Pedro Cardoso (que, talvez por estar interpretando um personagem com o mesmo nome que ele, parecia estar no automático, fazendo um novo Agostinho, somente um pouco mais contido). Jorge Furtado tem as manhas de fazer um cinema que serve para o entretenimento sem perder a qualidade (como também em Houve uma vez dois verões, filme que eu adoro). Recomendo mesmo que acabe quase as 4 da manhã. 

PS: Acabei me lembrando desse curta-metragem, também clássico, de Jorge Furtado:

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Filme #28 - Sexta-Feira - 30/12/11

Uma linda mulher (Pretty Woman, 1990)



Uma noite de insônia, um clássico no Corujão... Eu já devo ter assistido esse filme umas 2000 vezes, e sempre que está passando eu acabo parando para assistir mais uma vez. Parece que Uma linda mulher modificou definitivamente o gênero romance, dando um frescor moderno aos contos de fada. Eu adoro a Julia Roberts e esse é um dos filmes que ela está mais simpática. Dá dó ver o tanto que o Richard Gere envelheceu nesses 21 anos e o como ela ficou a mesma.
Se você mora na lua e nunca viu esse filme, tem pra baixar aqui.  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Semana de retalhos

Essa semana, por conta do final do semestre, eu não estou conseguindo assistir a nenhum filme inteiro. Vi um bom pedaço do "Na Teia de Aranha" (Along came a spider, 2001 - Bem mais ou menos), um trechinho de "Dirty Dancing - Ritmo quente" (Dirty Dancing, 1987 - Eu detesto, mas era sala de espera) e agora está passando minha comédia romântica favorita - "Um lugar chamado Notting Hill" (Notting Hill, 1999). Infelizmente, pra variar, mesmo que eu tivesse tempo, a Globo está picotando o filme na Sessão da tarde - a um ponto de quase não dar para entender o que está acontecendo. Não entendo porque uma emissora se presta a esse papel. Seria preferível procurar um filme que coubesse na janela que eles têm na programação. Se você mora em Marte e nunca viu esse clássico, ou assim como eu gostaria de revê-lo, baixe aqui.


Quando eu era aluno, reclamava que o fim de semestre era terrível. Agora que sou professor, sei que é muito pior. Antes eu tinha que fazer uns 5 ou 6 trabalhos ou provas. Agora tenho 20 provas e 47 trabalhos para corrigir até a semana que vem... Quando receberei mais 47 trabalhos! E ainda tenho que preparar segunda chamada e prova final... Professor sofre!

domingo, 27 de novembro de 2011

Filme #8 - Domingo - 27/11/11

500 dias com ela ( (500) days of summer - 2009)


Baixei Aqui.

Se eu tivesse assistido esse filme com 20 anos, eu ia adorar. Ia me identificar com a vida do cara (acho que todo mundo já viveu situações desse tipo), ia me apaixonar pela Zooey Deschanel, ia curtir a estética indie/cult do ambiente onde eles viviam... Acontece que eu não tenho mais 20 anos. Dez anos se passaram e eu mudei. Hoje, sinto raiva da idiotice do protagonista (assim como sinto raiva das minhas patetices passadas), acho a Zooey Deschanel uma versão sem graça da Katy Perry (essa sim), acho ridícula a forçação de barra hipster dos personagens (Quem usa terno justo e gravata estreita todos os dias?). Como disse a Cecília (minha senhora) - "eu tenho raiva dessas pessoas confusas. Confusas de forma psiquiátrica". Foi isso que eu senti pela Summer. Enquanto eu assistia, eu tinha a sensação de estar assistindo um "Alta Fidelidade" adolescente, mas sem a graça, sem carisma... E olha que o filme do Alta Fidelidade já é muito fraco se compararmos ao livro. As citações musicais me pareceram forçadas, exageradas, gratuitas.
Porém, ao assistir, eu tive a sensação de estar assistindo algo que vai ditar os clichês dos alternativos pros próximos anos. Como em "O fabuloso destino de Amélie Poulain", o filme nem tem culpa das meninas agindo feito idiotas e dos caras GOSTANDO disso que vão surgir por conta dele. Mas eu vou detestar da mesma forma.

PS: Esqueci de comentar - Pelo menos esse filme gerou uma tirinha muito bacana do meu amigo Raphael Salimena (http://www.linhadotrem.com.br):