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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Filme #29 - Sexta-feira - 30/12/11

Transylmania - Uma universidade de arrepiar (Transylmania, 2009)


Baixei aqui.

Há alguns anos, a Tela Quente passou EuroTrip: Passaporte para a confusão - uma mistura de road movie com American Pie, cheio de piadas cretinas sobre as diferenças culturais entre europeus e americanos, além de muitos peitos (tem aqui pra baixar). Eu não dava nada por ele, mas o filme era bem divertido. Foi por isso que contrariei meus instintos e peguei esse Transylmania. Achei que o filme podia ir pra esse lado. Grave engano.
Nos primeiros minutos de filme, já saquei que não era por aí. Achei que era um daqueles filmes de paródia (90% lixo), mas era pior que isso: ele simplesmente pegava as piadas mais sem graça de American Pie e Todo mundo em pânico 2, e misturava com algumas piadas piores ainda. Tô até pensando em assistir algum outro filme pra "tirar o gosto ruim da boca". 

domingo, 20 de novembro de 2011

Filme #2 - Domingo - 20/11/11

Bubba-Ho-Tep (Bubba-Ho-Tep, 2002)



Baixei aqui.

Terror não é um gênero que me atrai muito. No entanto, os filmes trash sempre me agradaram pela honestidade. Sabe, a coisa de saber que está sendo ridículo e ainda assim levar a sério! Pois, se tirarmos os efeitos especiais bizarros e a trama estapafúrdia, tudo nessa galhofa é levado a sério. Bruce Campbell é um canastrão de primeira e encarna Elvis com muita dignidade. É aquela coisa de que quem conta a piada não pode rir dela. Bubba-Ho-Tep é um filme muito legal para quem entender que sua proposta é ser uma galhofa, mas nem por isso avacalhado. Os monologos de Elvis são impagáveis, e o absurdo da coisa toda é recompensador. Cinema levado como entretenimento, como forma de contar uma história. O cinema seria melhor se tivéssemos mais Bubba-Ho-Teps do que "filmes de arte".

PS: não estou dizendo que não deviam existir filmes de arte, ou que filmes de arte são necessariamente ruins, mas parece que cada garoto que sai de uma escola de cinema se sente o Godard... É o que o Tom Zé chamava de Complexo de Épico:

Por que então esta mania danada,
esta preocupação

de falar tão sério,
de parecer tão sério
de ser tão sério
de sorrir tão sério
de chorar tão sério
de brincar tão sério
de amar tão sério?

Ai, meu Deus do céu,vai ser sério assim no inferno!